sábado, 20 de junho de 2020

Os Testes Rápidos são eficazes ?


Os testes rápidos, criados na década de 80, muito falado hoje em dia já existem há muito tempo na Medicina Laboratorial. Esses utilizam a imunocromatografia como método e na verdade deveria ser solicitado em requisições médicas com essa nomenclatura, já que o leigo não consegue entender a grande rotina no laboratório e passa exigir rapidez porque o Teste é Rápido. Na verdade a execução é bem simples, a demora acontece pela carga excessiva no setor de Análises Clínicas. Doenças como AIDS, Hepatite, Sífilis, Dengue e Chikungunya podem ser diagnosticada com a ajuda desses testes. Muitos brasileiros estão fazendo ou buscando fazer testes rápidos para detectar doenças, como por exemplo a presença do novo coronavírus. Boa parte desses testes (Teste Rápido para Covid-19) usam apenas uma amostra de sangue e detectam anticorpos (IgM e IgG) como forma de identificar quem já teve contato com o vírus. O problema é que eles não servem para dizer se a pessoa está ou não doente. Apenas revelam que teve contato com o vírus. Anticorpos só dizem se a pessoa teve contato com o vírus, e se esse contato foi recente (quando aparece o anticorpo IgM) ou se foi há mais tempo (anticorpo IgG). Um dos problemas é que se o paciente testar negativo para os anticorpos ele é liberado, mas na verdade pode estar com o vírus ativo. Só que ainda não tem anticorpos suficientes para o teste notar. Ao imaginar que não tem Covid-19, o cidadão sente-se seguro, pára de usar máscara e segue vida normal, colocando em risco quem tiver contato com ele.

Fonte: http://www.sbac.org.br/blog/2020/04/02/teste-rapido-da-covid-19-falsos-negativos/
https://www.ictq.com.br/varejo-farmaceutico/1461-covid-19-por-que-o-teste-rapido-da-farmacia-vai-dar-errado
http://www.cremerdiagnostica.com.br/blog/como-e-realizado-o-diagnostico-por-testes-rapidos/

Comentando: Segundo uma Infectologista seguem muitas divergências, há baixa sensibilidade de 32% indo contra a afirmação de 86% do fabricante Chinês dos testes doados para o Brasil, ou seja, o teste não é 100% confiável, muito mais seguro é ainda a realização de exame molecular (método pelo PCR - Swab naso e orofaringeo)

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